quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Em sintonia com a TROIKA

Sendo esta tertúlia constituída por pessoas conscientes, trabalhadoras e patriotas, e sabendo da crise que o País atravessa, metemos mãos (e boca) à obra e decidimos dar mais um impulso à Economia. Senão, vejamos:

As entradas


A cotação (média) dada pelos convivas a esta Aguardente foi de 7.7
Voltamos para o ano - Até 20 de Janeiro!!
O Filme

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Que massada!!!!!

Pois é, depois de tanto tempo ausentes, agora são duas seguidas...

Acontece que, talvez para compensar  a ausência do "trabalhador" na última tertúlia, o nosso amigo "Sargento" resolveu trazer uma "gatas" (não é o que estão a pensar, pois somos todos rapazes "direitos") para degustarmos uma apetitosa "Massada de Gatas". Não foi considerado (e não podia) um jantar da tertúlia, mas sim um convívio de amigos. Ora vejam:






FOI MESMO UMA MASSADA!!!

Mais uma vez...

Regressámos!! 
Após um interregno considerável, não nas jantaradas mas sim na colocação de novidades neste espaço, aqui nos apresentamos novamente para testemunhar mais uma jantarada desta tertúlia. Apesar dos momentos de crise que o nosso (e os outros também) país atravessa e como se costuma dizer "pode não dar para mais nada, mas para comer...", realizou-se no passado dia 16 de Setembro mais uma tertúlia gastronómica deste simpático grupo (modéstia à parte), desta vez, e por motivos logísticos no restaurante "Primus" (passe a publicidade), com a ausência (notada) de um dos convivas (excesso de trabalho!!!) Aqui vos deixo a foto-reportagem:






Desta vez a estrela da companhia foi uma Aguardente Vínica Velhíssima BORLIDO : Obtida da destilação de vinhos criteriosamente selecionados, esta aguardente deve a sua qualidade à técnica e cuidados do seu envelhecimento ao longo dos anos e à madeira das pipas de carvalho nacional.

O grupo classificou esta aguardente e ficou registada com a nota 6.

Para finalizar a noite:


segunda-feira, 20 de junho de 2011

A SEGUNDA VOLTA

No dia 03 de Junho realizou-se mais jantar da tertúlia vinica que tem como objectivo degustar aguardentes vinicas.
Ora como a aguardente sabe melhor depois da barriguinha cheia, é a desculpa perfeita par sete amigos se juntarem.
O jantar decorreu no já famoso restaurante "Trad &Fast" na bela cidade de Pinhel.
Como são bons estes dias longos de Primavera.


Uma amena discussão sobre um assunto qualquer de grande importância onde todos (ninguém) tem razão, e não ainda não se tinha bebido nada.
Umas boas entradas bem regadas com vinho de Pinhel e começa a odisseia
Alguém está desconfiado
Uma boa variação de camarão à lá guilho.
O prato principal
Não muito nouvelle cuisine, mas como nós gostamos bem confeccionado, saboroso e que alimenta.
A convidada especial do jantar
Uma aguardente Antiquíssima Founders Reserve
Apesar de não ser muito a favor da avaliação quantitativa (0 a 10, já houve o desprazer de atribuir um grande "0" numa destas provas), os tertulianos, consensualmente atribuíram um 7 a esta aguardente. Macia e apaladada ao ingerir mas um pouco agressiva ao "cair" no estômago.
Não foi um total desperdicio porque a aguardente até se deixou beber (quase toda), um bom "bouquet", e bastante agradavel ao palato.


Vê lá se prestas atenção ao que ele está a dizer

terça-feira, 3 de maio de 2011

JANTAR DE AGUARDENTE

A ORIGEM
A origem deste blogue, está na confraternização entre sete amigos, assim no passado dia 8 de Abril estes tertúlianos juntaram-se para maisuma degustação, desta feita no restaurante “Trad & Fast” em Pinhel






A ementa
Entradas
Amêijoas à bulhão pato
Camarões à la guilho
1º PratoEmpadão de bacalhau
2º PratoEsparguete com carne

Vinho tinto de Pinhel DOC de 2008 MUITO BOM.
Sobremesa variada
Há sempre um que se adianta e por acaso é sempre o mesmo







A estrela da companhia, Fine Champanhe Cognac Larsen.







Descrição oficial retirada do site do fabricante:
Apresentação exclusiva da casa Larsen feita de porcelana de Limoges ou de vidro pintadas à mão por artesãos de artistas, com ouro de 24 quilates. Bonita e que apela a amantes e coleccionadores de valiosos decantadores decorativos. O conteúdo é um Fine Champanhe Cognac - uma mistura dos dois distritos mais altamente cotados, (Grande e Petite Champagne) - servido inalterado desde a criação do decantador em 1952. Um conhaque especial, suave e delicado com bouquet floral.

“O CONHAQUE (COGNAC)O Conhaque, juntamente com o Armagnac, é a mais renomada aguardente de vinho e é obtido através da destilação de vinhos brancos de cepas selecionadas ( Folle Blanche, Colombard, Ugni Blanc). Como a matéria-prima do Conhaque deve ser uma uva fraca e ácida, usava-se, inicialmente, a Folle Blanche, bem ácida e aromática. Depois da dizimação dos vinhedos pela phylloxera, na segunda metade do século XIX, como a Folle Blanche mostrou-se inadaptada à enxertia, foi substituída pela Ugni Blanc, também conhecida por St. Émilion (em Conhaque) e Trebbiano (na Itália).
Os vinhos produzidos com essas uvas são destilados segundo o método charentês (de Charente) num alambique de repasse, através de 2 destilações sucessivas. A première chauffe dá broullis de 27 a 30°, que retorna ao alambique e é fervido de forma regular por 12 horas. Isola-se então o álcool do início (tête) e o do fim da destilação (queue), guardando-se apenas a parte do meio (coeur). Apenas esta eau-de-vie, que se chama bonne chauffe, que alcançou de 69 a 72°, envelhecerá na madeira.
A extração de cor ( até então é um líquido incolor), taninos e sabores é conseguida durante o estágio em barricas de carvalho. Com a evaporação, que ocorre através dos poros de madeira, o oxigênio vai oxidar, maturar e afinar o Conhaque.
A evaporação é chamada de “ parte dos anjos “ e causa perda de 3% do volume e redução de 1% de teor alcoólico por ano. Isso representa uma enorme perda de volume por ano, cerca de 20 milhões de garrafas.
Utiliza-se o carvalho da floresta de Limousin, próxima a Conhaque, para a fabricação de barricas. O Maître de Chai faz a seleção dos Conhaques de várias regiões e os mescla. O caráter de cada Conhaque obtido será resultado das proporções dessa mistura e do seu envelhecimento.
Antes de chegar ao mercado, o Conhaque tem seu teor alcoólico reduzido para 40-45%, com a adição de destilados mais fracos da região ou água destilada. É permitida a adição de açúcar e caramelo à bebida.
REGIÕES
A região se limita aos departamentos de Charente-Maritime e Charente, dentro da qual existem 6 zonas de produção ou crus, cada qual limitada por diferenças de terroir. São as seguintes, por ordem decrescente de qualidade:
• Grande Champagne
• Petite Champagne
• Borderies
• Fins Bois
• Bons Bois
• Bois Ordinaries
DENOMINAÇÕES DE ORIGEM:
• Grand Fine Champagne Conhaque – 100% Grande Champagne
• Fine Champagne Conhaque – mínimo de 50% Grande Champagne – máximo de 50% Petite Champagne
• Petite Fine Champagne Conhaque – 100% Petite Champagne
Texto: Aguinaldo Záckia Albert
Publicado na Revista Vinho Magazine – ano 2001”




OPINIÃO DOS TERTULIANOSSegundo os tertulianos, um conhaque que impressiona pela apresentação, tendo a garrafa mais vistosa daquelas que já foram degustadas, mas que deixa algo a desejar em relação ao conteúdo, de facto tem um bouquet floral que sobressai, mas foi atribuída uma classificação de intermédia.



O descanço dos guerreiros.



quinta-feira, 14 de abril de 2011

Um dia de pesca à truta no Mondego


No passado dia 10 de Abril, eu mais o meu amigo Tó Mané fomos até ao Mondego pescar umas trutas, na verdade o dia estava quente, maravilhoso, e por entre a maravilhosa paisagem da serra, transbordam aquelas águas cristalinas onde um homem pode saciar a sua sede, porque não existe qualquer poluição a montante. Primeiro fomos até ao Manjão onde se pode visualizar o seu imponente açude, depois subimos rio até à Taberna. Chegada a hora do almoço e até porque a barriga já estava a dar horas fomos visitar o Ti Agostinho aos Trinta, onde nos deliciámos com um bocado de presunto, umas moelas feitas pela D.Lurdes e um queijinho de ovelha, regados com umas cervejolas frescas que bem souberam. De tarde fomos até aos Moinhos, também aqui a paisagem é maravilhosa. No final do dia mais duas bejecas para a viagem e lá chegámos a Pinhel, alegres e contentes por mais um dia bem passado e umas trutas no cesto. Aqui ficam algumas imagens deste rio maravilhoso.



segunda-feira, 4 de abril de 2011

13

Pois é, para uns é sinonimo de azar, para outros um simples número.
Para este grupo de convivas, a 13 de Março na (não na Cova de Iria) Quinta da Chinchela decorreu mais um convívio gastronómico em plena natureza.
Desta vez as estrelas da companhia foram uns "Rabbits" bravos e um bravíssimo Javali confeccionados em tradicionais (e antigas) panelas de ferro.
Claro está que as feras, após algum esforço, foram domadas.
Aqui fica uma ilustração do evento.....


domingo, 20 de março de 2011

Pesca da truta

No passado dia 1 de Março, tal como acontece todos os anos em Portugal, é o dia esperado por alguns portugueses, apaixonados pela pesca, é a abertura da pesca à truta.Sendo nós beirões orgulhosos, temos o prazer de ter três rios onde se pode pescar este tão apetecido peixe, que faz as delicias não só do pescador pela brava luta que dá como pelo seu grande valor gastronómico, e como se não bastasse, de acordo com estudos revelados há alguns anos atrás temos aquela que é considerada a melhor truta da Europa, a originária do Rio Côa, conhecida por aquelas bandas como Truta Sapeira. A truta existente por terras de Augusto Gil ou de Virgilio Ferreira, entre outros, é a truta fario (salmo trutta fario), truta autóctone da Peninsula Ibérica, embora espalhada pela Europa, trata-se de uma truta dos rios de montanha em que se destacam as suas pintas laranja, que a tornam num maravilhoso e atrativo peixe.







Uma boa pescaria no Mondego









Uma bela truta captura no Rio Côa





E por fim para os amantes da gastronomia deixo aqui uma sugestão de quão bom é este magnifico peixe, que não está ao alcance de todos, mas sim daqueles que correm por paixão estes maravilhosos rios que temos aqui tão perto e que nos proporcionam momentos de eterna paixão e alegria.




Truta fumada, regada com dois vinhos brancos de excelência





quarta-feira, 16 de março de 2011

Um dia de ... truta

Foi no dia 27 de Fevereiro que visitamos o viveiro de trutas em Quadrazais. O objectivo era pôr a miudagem (e alguns graúdos) a pescar!!!
Antes, almoçarada (claro está) no restaurante local - TRUTALCÔA - e, meus amigos, vale bem a deslocação. A comida é óptima, o ambiente é agradável e o espaço é lindíssimo. Deixo-vos uma breve ementa e a correspondente foto-reportagem.
Ementa:
  • Entrada - Trutas fritas em molho de escabeche (óptimas);
  • Prato 1 - Truta no forno acompanhada de batatinhas com pimentos (delicioso);
  • Prato 2 - Borrego grelhado na brasa com sal (muito bom);
  • Bebidas - Vinho tinto e outras (desta vez não houve aguardente);
Um dia bem passado. Vale a pena visitar, almoçar e pescar umas trutas (qualquer um consegue).

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O Leitão à Bairrada

 

Aproveitando a última tertúlia (a comemorativa), e uma vez que esta foi dedicada ao Leitão à Bairrada, aqui fica alguma informação relativa ao saboroso animal...

A Origem

Apesar de se saber que os romanos já apreciavam leitão, não são muitos os livros de gastronomia que o referem assado. Facto é que desde o século XVII que a criação de suínos se tornou excedentária em terras da Bairrada e esse facto constituiu um grande impulso que o levou à sua comercialização.
O documento mais antigo que se refere a esta iguaria é uma receita conventual de 1743, provavelmente do Mosteiro do Lorvão ou do Mosteiro da Vacariça, compilada num caderno de refeitório de 1900 por António de Macedo Mengo, na qual é descrita uma receita que quase coincide com a receita actual.
Devido a esta falta de documentação mais exacta, todos os concelhos da região da Bairrada reivindicam a sua origem, desde o concelho da Mealhada, a Sul até ao de Águeda, a Norte, não sendo consensual e gerando várias disputas.

Comercialização

A sua comercialização assado terá começado em Covões (Cantanhede), segundo um documento do início do século XX, de uma encomenda feita pela Sociedade das Águas de Luso, mas o seu grande arranque terá sido levado a cabo por Álvaro Pedro, nascido em Alpalhão (Anadia), começou por vender no seu negócio em 1943, as famosas sandes de leitão aos parcos automobilistas que então circulavam na EN1 e mais tarde, 1949, abre o primeiro restaurante que comercializa para o grande público leitão assado à Bairrada, situado na então aldeia de Sernadelo, a parcos quilómetros de Alpalhão e hoje integrada na malha urbana da Cidade de Mealhada. Depois deste arranque muitos restaurantes se seguiram preenchendo as laterais da EN1 de uma ponta à outra de Mealhada, mas a ideia também pegou nos concelhos vizinhos e também parte integrante da Bairrada como Anadia, Cantanhede, Oliveira do Bairro e Águeda.
In Wikipédia

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Comemorativa do primeiro ano

Realizámos no passado dia 13 de Fevereiro a comemorativa do primeiro ano, e como durante o ano as degostações foram sempre feitas no mesmo local, (não é que tenha sido mau, antes pelo contrario) esta teria de ser diferente.Fizemos então uma excursão a Águeda, mais propriamente ao restaurante Casa Vidal, em Aguada de Cima (Telef. 234 666 353), Onde fomos bem "tratados".



Os tertúlianos preparados para o repasto, já no aquecimento




As estrelas da festa, depois de nós é claro .



Um muito bom espumante tinto bruto (não muito bruto) da casa, fresquiiiinhoooo, (pena foi haver muitos Km`s ainda a fazer), e um muito bem temperado, suculento e saboroso leitão, mesmo no ponto, acompanhado de batatas fritas, laranja e salada mista, uma salada sem tomate se faz o favor.



Ainda sobre o leitão


Morando eu na zona de Coimbra, e tendo hipotese de comer o famoso leitão da Mealhada, afirmo sem qualquer duvida que este estava melhor que qualquer outro que tenha comido na referida zona. A não perder mesmo.


A"net" possibilita quase tudo menos o cheirinho desta delicia, ainda bem se não ....


Alguns, tiveram companhia para casa, se é que chegou a casa inteiro??????


















Depois do duro banquete um ligueiro passeio pela Barra, Aveiro, para fazer a digestão.



Lindo dia de verão para passear na praia



No final o descanço dos guerreiros e de volta a casa


Um dia bem passado, boa pinga, boa comida e boa companhia, menos do "gajo" mais velho que faz má vizinhança, sim tu.
Uma excursão a repetir